Os objetos e práticas pornográficas, ligados a mecanismos de perversão, certamente, não eram, novos ou inéditos, o que evoluiu foi a visibilidade, a publicidade e uma certa banalização dessas práticas.
Em entrevista exclusiva a Heloisa Buarque de Hollanda e Ana Ligia Matos, Luiz Ruffato conta como um filho de pais semi-analfabetos se tornou um dos principais escritores contemporâneos e critica a falta de proletariado nos livros brasileiros.
Estas fotos fazem parte de uma parte da minha história vivida entre os anos de 1989 e 2002. Essa história começa em 1989, quando fotografei o VIII Encontro Nacional Feminista em Bertioga, São Paulo. Quando cheguei lá, eu não sabia para onde olhar. Eram tantas mulheres, tão diversas…